Nova Gestão de RH: Convergindo Diversidade para Resultados Diferenciados setembro 2, 2011
Posted by thedomnetwork in Estrategia, Gestão, Relacionamento.Tags: Diversidade, Gestão, Resultados, Stakeholders, Tendências
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O mundo dos negócios muda em ritmo acelerado; as relações das empresas com seus diversos stakeholders se intensificam e diversificam com a proliferação de canais e pontos de contato, meios e formas de comunicação e relacionamento, mudando para sempre as dinâmicas corporativas.
São mudanças irreversíveis em que o principal desafio reside na capacidade de adequação das pessoas às novas formas de entender a vida, o trabalho e suas relações e relacionamentos.
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Duas das Competências Mais Críticas dos Mais Competentes setembro 2, 2011
Posted by thedomnetwork in Capital Intelectual, Competitividade, Gestão.Tags: Andragogia, Coaching, Competência, Liderança, Performance, Resultados, Treinamento
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Existe uma fórmula única para o sucesso profissional? Certamente que não. No entanto, existem inúmeras listas com várias competências que seriam comuns as pessoas de sucesso.
O objetivo deste artigo não é compilar ou analisar mais uma destas listas com atributos, comportamentos ou competências desejáveis para se alcançar o sucesso profissional.
No entanto, é salutar fomentar a discussão sobre 2 temas que nos parecem importantes nos debates acerca da alta performance de profissionais. Estes temas são respectivamente o Coaching e a Andragogia.
Antes de iniciarmos, é importante saber que temos como premissa que um profissional de alta performance é aquele capaz de entregar simultaneamente (dentre outras coisas) o seguinte: (mais…)
A Insustentabilidade da Relação do Ser Coletivo com o Individual setembro 2, 2011
Posted by thedomnetwork in Inteligencia Competitiva, Relacionamento.Tags: Ativos Intangíveis, Carreira, Cultura Corporativa, Geração de Valor, Inovação, Karl Marx, Proteção de Valor., Recursos Humanos, Sustentabilidade
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Desde Karl Marx, a dicotomia fundamental da economia moderna está pautada na relação entre o Capital e o Trabalho. O Capital (Empresa) propicia o Trabalho (Funcionário) que, por seu lado, é a base da Sustentabilidade do Capital, através da dinâmica do consumo (oferta e procura).
De lá para cá, as formas com que as empresas abordam os dilemas intrínsecos a esta relação, através de sua cultura corporativa, evoluíram em compasso com a evolução humana, científica tecnológica, etc. Porém, poucos foram os momentos em que a inovação para a renovação estrutural e sistêmica de velhas soluções foram tão prementes.
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Enterprise Value Management – A Tese do Valor Corporativo Materializado no Relacionamento com seus Stakeholders agosto 3, 2011
Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis, Gestão.Tags: Enterprise Value Management, EVM, Materialização, Performance, Valor Corporativo
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No desafiador jogo do mercado global nada mais pode ser desconsiderado. O acionista busca remuneração de capital de maneira rápida, o consumidor exige cada vez mais das empresas com as quais se relaciona.
Até os funcionários entram na onda e também são exigentes em relação às posturas e ações das companhias. Do outro lado está a concorrência, que compete pelo mesmo mercado e as estratégias empresariais que impõem o desafio da performance superior a cada trimestre.
O Papel da Web na Potencialização dos Intangíveis? agosto 3, 2011
Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis, Gestão, Inteligencia Competitiva.Tags: Ativos Intangíveis, Capitais Intangíveis, Estratégia Digital, Geração de Valor, Institucional, Intelectual, Organizacional, Performance, Proteção de Valor., Rede de Computadores, Relacionamento
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Historicamente a World Wide Web (Teia Mundial de Computadores) iniciou suas atividades como uma traquitana tecnológica para cientistas compartilharem pesquisas e experiência, ou seja, Conhecimento. Duas décadas mais tarde, o acesso foi democratizado e este é o terreno de batalha das maiores empresas do planeta, mas também a mesa de negociação e troca diária de zilhões de dólares de tantas outras.
Inovação para Revolução, Competição e Atuação agosto 3, 2011
Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis, Competitividade, Inovação.Tags: Adequação, Arquitetura/Infra Estrutura e Tecnologia, Atuação, Comercial, Competição, Disruptura, Estrategia, Gestão de Talentos, Incremento, Inovação, Marketing/Branding, Produção/Operação, Relacionamento, Resultados, Revolução, Sistema de Gestão
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Inovação é ativo de valor essencial para a estratégia de qualquer organização, uma vez que representa a fonte principal da diferenciação necessária para sua sobrevivência tanto no curto quanto no longo prazo
Ou seja, a Inovação é ativo estratégico e essencialmente de longo prazo, pois o processo de combinação de paradigmas e paradoxos – no padrão da antiga dialética grega tese, antítese e síntese – demanda muitos esforços (tanto de inspiração quanto de transpiração) para se consolidar em uma nova, única e, em alguns casos, revolucionária proposição.
As Principais Tendências e a Gestão de Ativos Intangíveis agosto 3, 2011
Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis, Gestão.Tags: Bolsa de Valores, Clientes & Consumidores, Computação em Nuvem, Consumidor 2.0, Emergência da Classe C, Governança Corporativa, Internet, Investidores, Marcas, Reputação, TI Talentos, WEB 2.0
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Os Ativos Intangíveis precisam ser geridos de uma forma sistemática com indicadores, metas e lideranças definidas não somente porque podem representar até 90% do valor de uma empresa. Eles também precisam ser geridos pelo fato de que algumas das principais tendências atuais estão diretamente relacionadas a alguns dos principais ativos intangíveis das empresas.
O objetivo deste artigo é apresentar fatos associados a algumas destas tendências, assim como possíveis iniciativas que as empresas podem realizar para se aproveitar ou se defender destas tendências.
Conar contra greenwashing junho 15, 2011
Posted by blogtoprankings in Sustentabilidade.Tags: Conar, Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Pensamento Sustentável, Ricardo Voltolini
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Normas do Conar confrontam greenwashing
Agora é para valer: o greenwashing tem os dias contados. A partir de agosto próximo, nenhuma empresa brasileira poderá veicular anúncio de publicidade ressaltando os seus dotes verdes sem que seja capaz de comprová-los, com dados e evidências.
Quem diz isso é o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária. No último dia sete de junho, o Conar apresentou uma série de normas cujo objetivo é justamente regular peças de propaganda baseadas em apelos de sustentabilidade. A importante medida coloca o Brasil junto de Canadá, França e Inglaterra, países que adotaram o mesmo caminho – embora com a mão pesada do Estado – visando proteger os consumidores das mensagens sobre produtos verdes que, por excesso, imprecisão e esperteza, mais enganam do que esclarecem.
Sobre a medida do Conar – vale dizer – esta coluna cantou a bola há dois anos. E acompanhou os bastidores dessa discussão. Na ocasião, quando se “comemorava” o primeiro aniversário da suspensão de dois anúncios de sustentabilidade da Petrobras, arrisquei prever que não demoraria para haver um maior controle social do conteúdo das chamadas propagandas enganosas de atributos verdes. À época, elas começavam a pipocar aqui e ali, embaladas na onda da maior valorização, por parte da sociedade, dos temas socioambientais.
A Melhor Estratégia para uma Empresa É Fruto da Alquimia das Melhores Abordagens Estratégicas maio 27, 2011
Posted by thedomnetwork in Competitividade, Estrategia, Gestão, Indicadores.Tags: Abordagem Estratégica, Acaso, Alquimia, Estrategia, Métodos, Metodologias, Nassim Taleb, Planejamento, Rigor
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Podemos dizer que uma empresa sem uma estratégia bem definida, bem comunicada e bem implementada é como um barco à deriva, contando com a sorte e o improviso para lidar com as situações que virão do acaso. Segundo NassimTaleb em seu livro “Iludidos pelo Acaso”, “os deuses percebem coisas do futuro, as pessoas comuns do presente e os sábios percebem as coisas prestes a acontecer…”.
Captar a realidade, identificar tendências, avaliar os caminhos possíveis e construir um referencial futuro devem ser exercícios contínuos em todos os níveis organizacionais, sejam eles estratégicos, táticos e operacionais.
Estratégia tem a ver com permitir e direcionar melhores decisões, o que independe de níveis hierárquicos ou classificações de papéis e funções em uma organização. Entretanto, as melhores decisões são tomadas na medida em que dados, informações e conhecimento estejam disponíveis para as análises e ponderações adequadas, quando necessárias
Uma Luz sobre a Estratégia Digital das Empresas maio 27, 2011
Posted by thedomnetwork in Gestão, Inovação, Inteligencia Competitiva.Tags: Ambientes, BSC, Canal, Colaboração, Compartilhamento, Corporativo, E-Learning, Estratégia Digital, Governança, Hardware, Infra-Estrutura, Internet, Marca, Mídias Sociais, Mobilidade, Open Source, Portais, Produtividade, Produtos, Receita, Relacionamento com o Cliente, Software, Tecnologia Proprietária, TI
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Estratégia Digital parece, em primeira análise, um assunto relativamente simples. Em geral, Digital é Internet, é E-Commerce, é Propaganda Online e é TI. Mas será que a Estratégia Digital realmente se limita a estas palavras e conceitos? O que é o Digital, senão uma miríade de oportunidades e aplicações potenciais. Então como estruturar uma estratégia efetiva para algo tão amplo e tão amálgama?
Resolvemos explorar esta questão justamente por entender que uma Estratégia Digital é tema bem mais abrangente que as premissas comuns marteladas pelo mercado. Estratégia Digital é sobre Posicionamento, Marketing, Comunicação, Relacionamento, Conteúdo, Colaboração, Convergência, Mobilidade, TI, Canal, Operações, Processos, Infra-Estrutura, dentre tantas outras variáveis.
Para poder pautar esta análise, vamos utilizar os conceitos da Estratégia Digital por Finalidades, como guia de raciocínio. Desta maneira, o estudo ficará mais objetivo o seu resultado permitir-nos-á traçar uma visão de execução mais próxima da realidade e demandas de mercado.
O IAM (Intangible Assets Management) da DOM Strategy Partners e o Modelo das 5 Forças de Michael Porter maio 27, 2011
Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis, Gestão, Inovação, Uncategorized.Tags: Ativos Intangíveis, Conhecimento, Internet, Marcas, Relacionamento com Consumidores, Sustentabilidade, Talentos, Tecnologia da Informação, Valor
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O modelo das 5 Forças de Michael Porter tem sido uma das principais metodologias para a compreensão das forças estratégicas que exercem influência sobre a competitividade de uma empresa.
Ao mesmo tempo, sabemos que os ativos intangíveis podem representar, dependendo do setor de atuação de uma companhia, entre 25% e 90% de seu valor de mercado, segundo nossos estudos anuais.
Haveria uma relação entre os dois? Ou ainda melhor, como a excelente gestão dos ativos intangíveis poderia contribuir em cada uma das 5 Forças de Porter, para a melhoria da competitividade de uma empresa?
Neste artigo buscaremos explorar isto e, ao final deste documento, apresentamos uma lista com referências que poderão auxiliar os leitores menos familiarizados com os conceitos acima.
O Modelo das 5 Forças (breve recapitulação…)
O modelo em questão é utilizado para compreender a atratividade de um determinado mercado por meio da análise das 5 Forças essenciais que exercem influência sobre uma empresa. Segundo o autor, a resultante destas 5 forças sobre a empresa é determinante de sua competitividade e, portanto, lucratividade.







