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Planejando o Auto-Treinamento. Sua Carreira e seu Futuro Agradecem Novembro 13, 2009

Posted by equipedom in Capital Intelectual, Competitividade.
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Quando falamos de treinamento somos remetidos à idéia do treinamento corporativo que as empresas costumam oferecer aos seus funcionários. Mas e além disso… aonde podemos chegar?

Muitas empresas, atentas às necessidades de formação, capacitação e evolução qualitativa de seus colaboradores, criaram rotinas de financiamento, subsídio e até premiação com cursos, seminários, palestras, pós-graduções e MBAs externos, quando não organizam tudo isso dentro de casa mesmo, inclusive com as chamadas universidades corporativas. Mas e você? Se a empresa na qual você trabalha não tem o treinamento como foco no momento ou então não vê valor nesta atividade, a pergunta é: O que você está fazendo para se diferenciar no mercado?

Podemos dizer que o profissional de hoje é muito mais receptivo do que ativo, ou seja, ele espera muito mais da empresa do que a empresa pode realmente oferecer a ele. É preciso enxergar que os tempos mudaram e que para o profissional se diferenciar dentro da própria empresa em que trabalha – e no mercado, em geral – ele precisa correr atrás da sua carreira mais rapidamente do que seus competidores correm atrás de suas carreiras – e da carreira dele!

É realmente muito bom quando uma empresa oferece treinamento aos seus funcionários porque os estimula a adquirir novas habilidades e os permite conhecer melhor sobre o mercado em que atuam, sobre técnicas e metodologias, sobre tendências, etc. Mas se a empresa não oferece raros treinamentos internos ou nem mesmo incentiva os colaboradores a participarem de eventos externos relacionados à área, você não deve deixar isto afetar a sua carreira profissional.

O profissional completo é aquele que consegue oferecer à empresa conhecimentos adquiridos ao longo da carreira e que consegue extrair da empresa novas experiências que o farão crescer profissionalmente. É preciso eliminar o pensamento de que tudo vai cair em nossas mãos e passarmos a resolver nossos problemas, pois somos, de fato e de direito, responsáveis pela nossa carreira.

Por este e outros motivos, precisamos nos questionar o que estamos realmente fazendo para alavancar nosso futuro. E é aí que entra a questão do auto-treinamento pessoal. O que é o treinamento pessoal? Nada mais é que um treinamento planejado e custeado por cada profissional, que independe exclusivamente da visão-condução de terceiros. É o profissional com sua carreira e seus objetivos de vida.

É mais difícil planejar um treinamento pessoal? Com certeza, principalmente porque há custos envolvidos e a chance de erros ou adoção de caminhos, modelos e metodologias erradas é grande. Afinal, o único responsável é você mesmo! Mas é um risco que precisa ser assumido para não se correr um outro risco – mais letal ainda – de se estar ultrapassado no mercado de trabalho e perder boas oportunidades.

[Direto para o CEO] Tratado sobre a Reputação Corporativa: Da Governança ao Marketing Agosto 18, 2009

Posted by equipedom in Ativos Intangíveis, Marketing.
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A reputação está no centro de todas as interações humanas. É o fator principal no processo das escolhas que fazemos conscientemente. É por causa dela que maridos escolhem esposas, empregadores selecionam funcionários, fiéis aderem a religiões, eleitores votam em políticos, clientes privilegiam marcas e investidores valorizam companhias.

Reputação é praticamente tudo que uma empresa pode desejar, quando se trata de ativos racionais de valor de longo prazo. Dizemos racionais, porque, considerando os exemplos acima, as escolhas irracionais, emotivas ou por impulso (ex. produtos/marcas desejadas a preços extremamente mais baixos, plataformas políticas populistas de curto prazo ou religiões que oferecem o céu sem esforço) não podem ser consideradas escolhas equilibradas, por desconsiderarem atitudes fundamentais do processo de “consumo”, tais como investigação, comparação e experimentação.

Keynes definiu os “espíritos animais” como a porção humana capaz de tomar decisões ilógicas, irracionais, por impulso, por modismo (a chamada “tragédia dos comuns”). E todos nós temos esses tais espíritos animais. Não é por outra razão, que de tempos em tempos, a o mercado de capitais se vê refém de bolhas ilógicas (exuberâncias irracionais) que o levam a níveis incríveis seguidos de tombos retumbantes. A atual crise econômica, assim como a bolha da internet e a crise de 29 são exemplos disso. Havia sim, na base desses fenômenos, justificativas racionais e aparentemente lógicas que levassem indivíduos a aderirem à oportunidade que se batia a porta, comprando ações, fazendo investimentos, tomando empréstimos.

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Web, Mobilidade e os Analytics na transformação do Marketing Abril 8, 2009

Posted by thedomnetwork in Marketing.
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Na disputa cada vez mais aguda pela atenção do consumidor, todos os olhos se voltam para o ambiente virtual e suas múltiplas possibilidades de comunicação, interação e relacionamento com clientes.

Hoje, não se pensa mais em mix de marketing que não tenha www. Dessa forma, entendemos que as 3 principais tendências atuais do marketing se retroalimentam a partir dos novos formatos e interfaces da mobilidade, associados a capacidade de identificar e trackear o comportamento do consumidor (Customer Behaviour via Web Metrics) e impactá-lo com maior precisão através do Marketing Digital. (mais…)

Marcas ≠ de Valor Intangível Abril 8, 2009

Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis, Branding, Marketing.
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Ou do contrário, o Capital Intangível das empresas, grosseiramente dado pela diferença entre seu valor de mercado e patrimônio líquido, seria igual ao valor da marca bradado por institutos de brand valuation (cada qual chegando, por metodologias diferentes, a valores diferentes para as marcas das mesmas empresas). Contas e números, no final do dia, são coisas mais sérias e menos sujeitas a análises puramente palpiteiras do que discursos apaixonados sobre o âmago instrínseco da personalidade marcante da marca corporativa… ou qualquer absurdo lingüístico e retórico que seja escolhido para defender pontos de vista ingênuos, mal-formados ou mesmo mal-intencionados.

Mais ainda, seguindo pelo caminho das obviedades, diversas empresas em diversos segmentos de mercado (ex. atacado e infra-estrutura) mal precisam de sua marca para se tornarem relevantes e sim… terem reputação transacional. (mais…)

Valor Estratégico e Performance Tática: Reconcebendo o Modelo de Gestão de Recursos Humanos Março 26, 2009

Posted by thedomnetwork in Capital Intelectual.
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A crise mundial ocasionada pela ruptura do mercado financeiro foi apenas o estopim que faltava para colocar em combustão as insatisfações, aspirações e vocações de todos os colaboradores envolvidos nas atividades da empresa – sentimentos estes que apenas se delineavam nos comportamentos corporativos, mas que agora passam a fazer parte do dia-a-dia.

A crise destruiu as bases da confiança em um modelo econômico que prometia felicidade em troca de trabalho e colocou em jogo o sistema de crenças e a cultura corporativa de empresas de todos os tamanhos e setores.

O que conhecemos no jargão como a “Visão, Missão e Valores” deixará de fazer o mesmo sentido de sempre para o colaborador, o que impacta diretamente sua produtividade, motivação, satisfação pelo trabalho… ou seja, níveis de turn over e todos os demais indicadores que gestores, mercados e acionistas acompanham atentamente para mensurar a performance do Modelo de Gestão de Recursos Humanos da organização. (mais…)

O Papel do Brasil na Redução de Emissões Março 19, 2009

Posted by thedomnetwork in Sustentabilidade.
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Quarto maior emissor mundial, com 5% da cota planetária, o Brasil joga um papel importante na medida em que tem potencial para diminuir em 70%, até 2030, suas emissões de gases de efeito estufa com medidas de custos relativamente baixos. Esta é a principal conclusão de estudo apresentado, na semana passada, pela McKinsey & Company, em evento do Planeta Sustentável da editora Abril.

A sopa de números analisados pelos especialistas da consultoria é especialmente alentadora para o Brasil. Na prática, há aqui o que e onde cortar. Ao contrário de alguns países mais ricos, a fonte primeira de emissões se concentra no campo florestal. Apenas o desmatamento, o nosso mais conhecido Calcanhar de Aquiles, responde por 55% dos 2,8 milhões de toneladas de carbono. Estima-se que daqui a 20 anos represente 43%. O que compensa, em parte, o impacto da destruição das florestas são, de um lado, as baixas emissões geradas por uma matriz energética mais limpa (a hidrelétrica) e de outro, a presença marcante do etanol na frota brasileira. Isso coloca o país em situação melhor se comparado às nações sujonas onde se queima muito carvão e muita gasolina para gerar luz e mover carros. (mais…)

A Ideologia no Fundamento do Marketing e do Branding Fevereiro 18, 2009

Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis.
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O conjunto de crenças e orientações adquirem validade à medida em que o universo é percebido e interpretado pela estrutura cognitiva dos indivíduos, proporcionando-lhes uma fórmula prescrita que funciona como um guia para ação e julgamentos individuais e coletivos, servindo ao mesmo tempo de instrumento de controle, de conflito, de integração e seleção/escolha/consumo.

Esse conjunto de crenças e orientações serve, igualmente, de instrumento de auto-identificação permitindo aos Homens verem o mundo, a si próprios, aos semelhantes (grupos, redes, clusters, etc) e aos diferentes, como também esperam que outros vejam e interpretem suas ações e escolhas à luz desse conjunto pré-definido de crenças e valores. (mais…)

O Valor dos Ativos, o Poder da Percepção e o Efeito Borboleta Fevereiro 18, 2009

Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis.
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Temos defendido a tese de que o valor dos chamados ativos intangíveis depende, eminentemente, da percepção de valor atribuída pelos stakeholders externos a estes ativos. Assim, as práticas de sustentabilidade de uma empresa só valem se as comunidades envolvidas, a sociedade e as ONGs de direito atribuírem valor a elas; o modelo de governança corporativa de uma empresa só tem valor se acionistas, investidores e analistas perceberem esse diferencial de valor ou mesmo as marcas, que só valem se clientes e consumidores “acharem” que elas entregam maior valor do que as concorrentes em proposta de valor e posicionamento. (mais…)

Balanço de Ativos Intangíveis: Realidade Inexorável Fevereiro 18, 2009

Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis.
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A importância de se adotar um Balanço de Ativos Intangíveis, tanto de forma gerencial, para o direcionamento estratégico, tático e operacional das atividades corporativas, como para o mercado, visando validar o horizonte estratégico adotado e o destino de aplicação dos investimentos e do capital aportado por acionistas e demais stakeholders de relevância, é parâmetro crucial para a competitividade das empresas na nova era do valor intangível. (mais…)

Ativos Intangíveis Valem o Quanto Pagam Fevereiro 18, 2009

Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis.
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De acordo com o pronunciamento do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) um ativo intangível é um ativo não monetário, identificável sem substância física ou, então, o ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill), sendo identificável quando satisfaz a 2 critérios básicos:

  • é separável, ou seja, pode ser separado da entidade e vendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, individualmente ou junto com um contrato, ativo ou passivo relacionado; ou
  • é gerado por direitos contratuais ou outros direitos legais, independentemente de tais direitos serem transferíveis ou separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações.

Os ativos intangíveis mais tangíveis, digamos assim, como marcas, know-how, contratos com clientes, patentes, direitos de exploração de mercados, inovações em P&D, etc já estão compreendidos pela atual redação do IFRS e, portanto, reconhecidos pelo CPC. Outros ativos intangíveis mais “etéreos”, porém não menos impactantes na geração de valor para empresas e acionistas, tais como networking, penetração em mercados, sustentabilidade, governança corporativa, reputação, chassis tecnológico, capital intelectual, qualidade, poder de barganha com fornecedores e nível de fidelização de clientes, dentre outros, contam para a competitividade e perenidade das empresas, mas ainda estão razoavelmente distantes de seus balanços contábeis, ficando à mercê de ponderações e percepções de analistas financeiros, market makers, investidores, acionistas, clientes e demais stakeholders. Como podemos perceber muitos destes ativos geram valor (como networking e penetração em mercados); outros, ao contrário, protegem valor, como governança e sustentabilidade. Aqui vale a regra “se geram/protegem valor, têm valor e, se têm valor, têm que ser medidos”. E para isso, o Balanço de Intangíveis, como o sugerido pela DOM Strategy Partners, é um importante instrumento, bem como o Modelo IAM criado para a Gestão Sistêmica do Capital Intangível nas empresas. (mais…)

Os quatro agentes da mudança sustentável Fevereiro 12, 2009

Posted by thedomnetwork in Sustentabilidade.
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Com base no conceito de “campeões da responsabilidade socioambiental”, Wayne Visser, autor do livro Making a Diference (ainda sem tradução no Brasil), estabeleceu quatro categorias para definir os profissionais que atuam em sustentabilidade nas empresas. Eles podem ser especialistas, facilitadores, catalisadores e ativistas.

Para chegar a essa classificação, o professor da Universidade de Mannheimm (Alemanha) usou como fator distintivo o modo como cada indivíduo se envolve, sente-se mais confortável, satisfeito e feliz com o seu trabalho. Na prática, todo profissional que trabalha com responsabilidade socioambiental tem um pé nas quatro categorias e se orienta pelo mesmo desejo de fazer a necessária mudança. Mas a fonte principal de satisfação está associada -segundo Visser– a um certo dado do seu perfil psicológico, decorrendo normalmente da maneira com que ele se motiva e se identifica mais com as atividades. (mais…)

O que vai ser da TI em 2009? Fevereiro 12, 2009

Posted by thedomnetwork in TI.
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O ano que chega traz a crise a tira-colo. E com ela, os cortes orçamentários. TI está na ordem da faca. Nossas estimativas (estudo anual E-Consulting “Investimentos em TI”) apontam que 2009 será um ano de leve retração nos investimentos corporativos em TI – algo em torno de 4% sobre 2008.

2009 não será o ano da renovação do parque de sistemas, não será o ano do investimento corporativo em tecnologias convergentes, não será o ano da inovação em tecnologia. Será, sim, o ano de ajustes estruturais. A faxina pega carona na crise. É assim que funciona, porque isso faz sentido em épocas de crise. (mais…)