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A Geração Y e suas Implicações Estratégicas fevereiro 5, 2010

Posted by equipedom in Indicadores, Uncategorized.
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Nunca antes uma geração exerceu tanta influência nas estratégias organizacionais e no mercado de trabalho como a Geração Y. Organizações e economias inteiras serão influenciadas de maneira inédita pelas transformações, aspirações e motivações trazidas à medida que essa geração se torna adulta (e ser adulto também significa ser cidadão, consumidor, força de trabalho e líder).

Sugerimos a leitura do artigo “Dossiê Y: Breve Manual de Compreensão da Geração Y”* para maximizar a compreensão desse artigo (ver links abaixo).

Mas antes, vejamos alguns dados sobre a Geração Y:

  • Já são considerados como o maior segmento em diversos setores da economia mundial (volume de compras e quantidade de consumidores).
  • Representam cerca de 20% da população brasileira (40 milhões).
  • Começaram a entrar no mercado de trabalho em 2005 e assim continuarão até 2018
  • Cresceram com disponibilidade tecnológica e acesso instantâneo a informações e foram os primeiros a adotar tecnologias como redes sociais e são o maior grupo de internautas da Web.
  • Apresentam expectativas sobre as questões de responsabilidade social corporativa, ambiental e trabalhista mais próximas ao comportamento de membros de uma ONG do que de qualquer outro grupo. Isso se reflete em suas demandas e ações enquanto funcionários, políticos, empresários e consumidores.

Implicações Estratégicas

A formação histórica e cultural dessa geração contribui para expectativas em relação ao equilíbrio vida pessoal e trabalho absolutamente diferentes das gerações anteriores.
Impactos na Gestão do Trabalho e Recursos Humanos

Impactos no Marketing/Branding e Relação com Stakeholders

Por outro lado, os hábitos e expectativas de consumo estão mais relacionados à experiência e envolvimento/participação social do que ao produto em si.  A real importância está no conteúdo e no valor dessa experiência. E, além disso, esperam que as organizações assumam mais responsabilidade nas grandes questões mundiais.

Todas essas perguntas e suas respostas adjacentes se relacionam a algo maior. Como preparar a organização para o futuro? Onde estará o valor no futuro? Como serão as organizações do futuro? E, ainda mais importante, como tudo isso se relaciona?
E, por compreender isso é que temos atuado como uma das principais vozes no País a defender a idéia de Intangíveis**. Estamos convictos de que “mesmos modelos X variáveis diferentes = conta que não fecha”.

A Gestão de Intangíveis na História da Gestão Corporativa janeiro 25, 2010

Posted by equipedom in Ativos Intangíveis, Gestão, Marketing.
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Uma simples compilação das capas das principais revistas e jornais de negócios do mundo retrata que temas como conhecimento, talentos, marcas, sustentabilidade, relacionamentos, inovação, tecnologia e governança corporativa passaram a ser cada vez mais importantes para as empresas.

Isso se deu porque os ativos intangíveis passaram a representar uma parcela significante do valor das empresas (ou a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil).

Uma outra maneira de avaliar a evolução da importância dos ativos intangíveis na economia é relembrar quais eram (e em que setores atuavam) as maiores organizações do mundo nas décadas passadas (ver tabela comparativa).

A tabela acima é interessante, pois ilustra que, com exceção da General Motors e da Exxon Mobil, o setor de atuação das maiores empresas norte-americanas passou de uma base petrolífera/industrial para serviços (e tecnologia).

Algumas Definições sobre Intangíveis

São várias as definições existentes acerca dos intangíveis.

Para a Brookings Institution, ativos intangíveis são fatores não físicos que contribuem, ou são usados, na produção de produtos ou serviços ou que irão gerar benefícios produtivos futuros para pessoas ou organizações que os controlam ou os utilizam.

No Brasil, de acordo com o pronunciamento do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis), um ativo intangível é um ativo não monetário identificável sem substância física ou, então, o ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill).

Principais Livros 

  1. Ativos Intangíveis: O Real Valor das Empresas.
  2. Intangible Assets: Valuation and Economic Benefit
  3. Valuation for Financial Reporting : Fair Value Measurements and Reporting, Intangible Assets, Goodwill and Impairment
  4. From Poverty to Prosperity: Intangible Assets, Hidden Liabilities and The Lasting Triumph over Scarcity
  5. Intangible Assets and Value Creation
  6. Weightless Wealth: find your real value in a future of intangible assets

Confira no www.domsp.com.br a gestão de alguns Intangíveis, como Modelo de Negócios, Marcas, Talentos e Governança Corporativa, na linha do tempo da Gestão Corporativa.

As discussões sobre Ativos Intangíveis não serão mais um modismo gerencial. Um dos objetivos desse histórico, em especial das seções de linha do tempo, é mostrar como a administração moderna tem evoluído de maneira a abarcar mais apropriadamente temas relacionados à gestão de intangíveis.

Batemos na tecla que os intangíveis são geradores e protetores de valor de médio e longo prazo para as corporações e, portanto, devem ser geridos como tal.

Links de Interesse:

Caso tenha interesse em aprofundar seu conhecimento sobre o tema Ativos Intangíveis, seguem abaixo links de alguns dos melhores artigos desenvolvidos pela equipe de consultores da Dom Strategy Partners: 

  1. http://www.slideshare.net/domstrategy/ativos-intangveis – PDF com 19 dos melhores artigos produzidos pela Dom Strategy Partners nos últimos anos.
  2. http://www.domsp.com.br/midia/sala-de-imprensa/dom-na-midia – Link com todos os artigos, pesquisas, estudos, análises e entrevistas sobre Ativos Intangíveis e outros temas relacionados ao Dom Strategy Partners.
  3. http://www.domsp.com.br/white-papers/colaborador-2.0-a-redefinicao-do-modelo-de-gestao – Colaborador 2.0 – A Redefinição do Modelo de Gestão de Recursos Humanos.
  4. http://www.domsp.com.br/maison/conhecimento/10-mandamentos/os-10-mandamentos-da-gestao-de-intangiveis – Os 10 Mandamentos da Gestão de Intangíveis.

Web – Um Grande Catalizador de Intangíveis janeiro 21, 2010

Posted by equipedom in Estrategia, WEB 2.0.
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A Internet, como ambiente altamente flexível e adapativo às mais diversas formas e possibilidades de uso e implementação, ocupa espaço e relevância cada vez maior em praticamente todas as instâncias de atividades corporativas como relacionamento, interação, transação e troca de informações.

Grande parte das iniciativas e práticas das empresas – e, por conseqüência, dos ativos intangíveis que estas carregam, começam a ser migrados gradativamente para a Web, com o intuito de estabelecer maior presença, maximizar oportunidades e capitalizar os benefícios que a rede oferece.

Leia o artigo completo clicando aqui.

M-Commerce: Hoje? Amanhã? janeiro 14, 2010

Posted by equipedom in Convergência, Indicadores, Inovação.
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Recentemente superarmos, segundo a Anatel, o patamar de 170 milhões de celulares no país. Os assinantes brasileiros somam-se aos outros 2,7 bilhões de usuários no resto do mundo.

Como dar sentido a essa afirmação? Isso significa que:

  • Aproximadamente 40% da população do mundo atualmente carregam um celular,
  • Há hoje mais celulares do que veículos (800 milhões registrados no mundo) e que cartões de crédito (1,4 bilhão),
  • Demorou mais de 100 anos para que os telefones fixos fossem disponibilizados em 80% dos países do mundo, ao passo que para os celulares esse tempo foi de 16 anos e que
  • Em muitos países desenvolvidos, a penetração dos celulares é bem superior à 90% da população, ou seja, a dito “todo mundo tem um celular” está muito próximo da realidade.

A evolução do Mobile Commerce:

A combinação de aparelhos mais poderosos, operadoras de telefonia mais inovadoras e mudanças na infra-estrutura de rede móvel (como redes 3G, capazes de transportar grandes quantidades de dados em alta velocidade) acelerou ainda mais as mudanças em um setor já em rápido movimento e transformação.

O celular do futuro (ver links abaixo) é um dispositivo que permitirá aos usuários se comunicar, conectar, interagir, transacionar e inovar.

Vídeos:

Pesquisador da Nokia fala sobre algumas das descobertas inesperadas encontradas durantes suas pesquisas sobre as formas como as pessoas interagem com a tecnologia (cerca de 16 min com – Legenda em Português).

Jan Chipchase on our mobile phones

Conteúdo:
Artigo escrito pelo pesquisador chefe da Ofcom (agência regulatória de telecomunicações do Reino Unido) fala sobre o futuro dos celulares (3.200 caracteres – cerca de 6 minutos de leitura. Inglês).

The future of mobile phones: A remote control for you life

No Brasil, assim como na maioria dos mercados, aparelhos com essas características estarão disponíveis em um curto espaço de tempo.

De acordo com a TechRepublic, o número de transações de mobile commerce (ou M-Commerce) deve crescer de 498 milhões em 2006 para cerca de 4,8 bilhões em 2010. Além disso, o ticket-médio dessas operações deve evoluir de US$ 7,00 para US$ 13,00 no mesmo período. Estudos da E-Consulting apontam que no Brasil, em 2010, devemos chegar a algo perto de R$ 400 milhões.

O que querem os Consumidores?

Os consumidores de hoje querem conteúdo, comunicação, e serviços de comércio e informação que possam ser acessados a qualquer hora, em qualquer lugar, em vários dispositivos.

Conveniência, facilidade de uso e segurança são as principais preocupações dos consumidores.

Eles querem comprar bens tangíveis ou digitais, usando as opções de pagamento alternativo, como a M-Wallet (soluções de pagamento via celular), billing-on-behalf (faturamento na conta de serviços) ou cartões pré-pagos.

Além disso, os consumidores querem ferramentas para gerenciar suas contas de telefone e as de seus familiares, de maneira similar ao que acontece com os planos de TV a cabo ou Internet. Ou seja, o consumidor quer ser capaz de controlar o conteúdo acessado e os gastos feitos através de telefone de seu filho adolescente.

E, naturalmente, embora queiram uma ampla gama de serviços, os consumidores não querem pagar a mais por isso.

Principais setores a serem beneficiados:

Em nossa opinião, os setores de serviços bancários e produtos financeiros, emissão de bilhetes (aéreos, espetáculos, etc), turismo e entretenimento, educação, conhecimento (assinaturas, downloads, conteúdos, etc) e varejo (bens de consumo, serviços à pessoa física, etc) serão os mais beneficiados com a ascensão do M-Commerce.

As empresas que forem capazes de transformar essa tendência em serviços de valor e comodidade – com a devida e percebida segurança – terão oportunidades únicas de diferenciar-se da concorrência, garantir novas fontes de receita e, principalmente, incrementar o relacionamento com seus consumidores.

Ou seja

O aumento da oferta e da adesão ao M-Commerce é fruto da combinação de novas tecnologias em infra-estrutura de telecomunicações e aparelhos celulares, associados a uma postura mais inovadoras das operadoras de telefonia (em função de menor regulação e aumento da competição) e a uma forte e sólida campanha de informação e demonstração de vantagens e benefícios aos usuários. Para tal, usabilidade e experimentação são variáveis-chave no processo de comunicação e “venda” do serviço.

Em outras palavras, a adoção de estratégias de Mobile Commerce, por sua vez, não se limita à instalação de plataformas de tecnologia – essa é a parte “simples”. Estudos realizados em mercados mais maduros (especialmente Japão e Áustria) apontam o caminho das pedras: as organizações devem também ser capazes de criar campanhas de marketing e publicidade; gerir a privacidade dos consumidores, cumprir os requisitos regulatórios diversos, garantir a segurança dos dados e ainda criar um modelo de negócio bem sucedido.

A Inovação sem Empreendedorismo é Criatividade dezembro 18, 2009

Posted by equipedom in Ativos Intangíveis, Estrategia.
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Ter o espírito empreendedor, o drive de parceria, o “olho do dono” da organização passa a ser requisito essencial para se construir culturas inovativas. Nesse contexto, o empreendedorismo passa a ser irmão da inovação pois uma oportunidade de mercado ou uma demanda não atendida só se justificam se os meios para exploração dos mesmos não existem ou se encontram em uma evolução não tão avançada, exigindo que algo novo (e percebido como superior) seja criado.

Uma empresa que tenha o espírito empreendedor e inovativo tem como impulso natural se reinventar constantemente. Apesar do paradoxo, a normalidade do status quo e as zonas de conforto competitivo de mercados maduros são os ambientes propícios para tais empresas encontrarem novas formas mais atrativas (e lucrativas) de operar. A inércia dos competidores e a miopia de seus executivos podem ser um prato cheio para empreendedores como novas propostas ao mercado.

Por outro lado, ambientes competitivos inóspitos, com concorrência agressiva, clientes e consumidores voláteis, influências externas intensas e ciclos de vida acelerados, fornecem, de forma abundante, os mais diversos elementos e possibilidades para a composição de uma nova solução inovadora.

A disputa pela preferência dos consumidores, em ambientes pujantes como esses, é de inovações versus inovações, de propostas de naturezas até pouco similares, com o objetivo de selecionar a melhor nova proposta destinada a dominar o mercado até que os demais concorrentes se equiparem (ou desenvolvam novas soluções inovadoras que reiniciem o ciclo de renovação novamente.

Os empreendedores de sucesso souberam construir a prosperidade de suas organizações através tanto do empreendimento de novos modelos de negócio vencedores como atingindo a excelência em competências centrais como gestão e relacionamento.

Em suma, empreender é a forma mais efetiva para a execução e implementação de uma inovação, a maneira de se construir o Novo partindo do Novo: novos conceitos, premissas, paradigmas e propostas para um mercado ou oportunidade latente de mudanças.

Excelência no Relacionamento B2B como Alavanca para o BPO dezembro 11, 2009

Posted by equipedom in Estrategia, Inovação.
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A adoção da terceirização de processos de negócio (BPO) não é um tema novo nas empresas brasileiras. Desde a década de 90, pudemos verificar um crescimento significativo desta prática destinada a proporcionar foco e especialização nas atividades core e mantidas sob gestão interna da empresa e agregar excelência, eficiência e melhores práticas aos processos terceirizados.

O BPO no Brasil passou por 3 ondas distintas atreladas a benefícios específicos para as empresas que terceirizam seus processos.

  • Onda 1: Terceirização de Infra-Estrutura buscando Redução de Custos
  • Onda 2: Terceirização de Aplicações com o objetivo de obter Produtividade e Performance
  • Onda 3: Terceirização de Processos completos, inclusive estratégicos buscando Foco no Core Business

Tal evolução mostra como o BPO é uma decisão de ganha-ganha para a empresa e era de se esperar que sua adoção se alastrasse como fogo em palha nas empresas brasileiras. Porém, não foi o que se verificou.

Apesar de uma taxa de crescimento na casa de 12% ao ano, o BPO no Brasil representou em 2008 apenas 1,5% do BPO Global. A baixa disseminação e grau de adoção no mercado brasileiro se justifica essencialmente pela inexistência de um modelo de Shared Services em grande parte das empresas.

O processo de decisão e contratação de um serviço de BPO acontece de forma descentralizada na organização, ou seja, cada área é responsável pela definição de terceirização de seus próprios processos, o que não gera ganhos de escala significativos derivados de um “pacote horizontal de BPO”, contemplando diversos processos.

Independente da visão combo, as principais vertentes do BPO no Brasil (em estágios distintos de maturidade são):

  • Atendimento a Clientes (Contact Center): Transferência das atividades de atendimento e relacionamento com clientes, em modelo Inbound (SAC, Apoio a Campo, etc) ou Outbound (TLVDs, RC, B2B, etc)
  • Finanças e Administração (F&A):Gestão de atividades financeiras como contabilidade, departamento fiscal evoluindo até a gestão completa das Finanças e Administração.
  • Infra-Estrutura (ITO) Desenvolvimento e Operação de Aplicações: Terceirização de toda a infra-estrutura e desenvolvimentos tecnológicos.
  • Representação de Vendas: Outsourcing dos canais de venda para empresas e profissionais.
  • Compras e Logística: Gestão do processo de compras não-produtivas / não-core até processos de Suprimento, Logística e Procurement.
  • Recursos Humanos: Recrutamento e Seleção, Avaliação de Resultados, Cursos e Treinamentos, Folha de Pagamento, Gestão de Benefícios, etc

Diante de tantas possibilidades de otimização operacional e estratégica de uma empresa – ou melhor, de uma rede de stakeholders responsáveis por processos correlacionados – quais os impactos na dinâmica de relacionamento (B2B) entre empresas que adotam o BPO como direcionamento estratégico?

Conforme as etapas, processos e stakeholders que compõem as Cadeias de Valor dos diversos setores começam a se estruturar em Redes, o papel dos players, modelo de interação e frentes de atuação em BPO se alteram significativamente.

Se por um lado ganha-se foco ao se “desfazer” de atividades não-core, por outro amplia-se a mesma rede de relacionamento da empresa (mais stakeholders como fornecedores, clientes, intermediários, terceiros, etc), o que exige o desenvolvimento e aprimoramento de determinadas competências.

Excelência no Relacionamento, Gestão Integrada, Comunicação 360º e Poder de Barganha e Negociação para triangular as necessidades e demandas derivadas das interações e relacionamentos entre Empresa-Cliente-Terceirizada se transformam em essenciais para o sucesso de uma operação em modelo BPO Shared Services.

Apesar de o BPO parecer a primeira vista a solução de todos os problemas, é importante avaliar o trade off envolvido. Às vezes vale mais a pena manter as atividades em casa (in house) do que aumentar a quantidade e complexidade dos relacionamentos, se relacionamento-gestão-comunicação-negociação não são competências existentes ou a serem desenvolvidas. Do contrário, se tais competências fazem parte da empresa, a terceirização dos processos de negócio é mais do que recomendada para a evolução de seu modelo de negócio e de relacionamento B2B.

Dossiê Y: Breve Manual de Compreensão da Geração Y novembro 25, 2009

Posted by equipedom in Inovação, relacionamento.
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O nosso mundo está  sempre mudando. Estamos prestes a experimentar a mudança como nunca. Estamos mais conectados e, ao mesmo tempo, distribuídos por vários países, culturas e comunidades.

Uma nova geração de estudantes, trabalhadores e consumidores está liderando essa mudança e é chamada de “Geração Y”. E resolvemos pesquisar sobre o tema. Veja nossas constatações. Se quiser saber mais sobre a metodologia adotada e o universo estudado, entre em contato.

Este grupo específico de indivíduos, nascidos entre 1983 a 1994, tem grande familiaridade com as novas tecnologias, comunicações e mídias. Em muitas partes do mundo, inclusive no Brasil, sua formação foi marcada por uma abordagem política e economia de caráter neo-liberal e pró-mercado.

A mentalidade da Geração Y é importante para as empresas, porque vai redefinir o futuro do trabalho, da gestão e dos mercados.

Estamos prestes a ver o que acontece quando a força de trabalho é inundada por jovens talentosos, de mente aberta e com a intenção de ganhar muito dinheiro – ao mesmo tempo em que constroem a carreira e vida pessoal de seus sonhos.

Vejamos alguns dados sobre esse grupo:

  • Já são considerados como o maior segmento (volume de compras e quantidade de consumidores) em diversos setores da economia mundial. São tidos como a geração com maior propensão ao consumo e menor propensão à poupança.
  • Representam cerca de 17% da população brasileira (40 milhões) e outros 210 milhões no restante do mundo em desenvolvimento. Segundo a ONU, esse segmento da população representa cerca de 16% da população mundial.
  • Começaram a entrar no mercado de trabalho em 2005 e assim continuarão até 2018 . Daqui para frente, as empresas terão cada vez mais membros dessa geração em suas folhas ou contratos de pagamento (e posições de liderança).
  • É tida por alguns como a geração na história, e em todo mundo, com o maior nível de escolaridade e formação.e com maior flexibilidade de conceitos e, portanto, menor nível relativo de preconceitos.
  • Educação é algo muito importante para eles mas isso não significa necessariamente sentar em um banco de escola no esquema tradicional de aprendizado.
  • Cresceram com disponibilidade tecnológica e acesso instantâneo a informações e foram os primeiros a adotar tecnologias como redes sociais, redefinindo a forma de pessoas se relacionarem entre si e com a tecnologia. São, portanto, o maior grupo de internautas da Web.
  • Apresentam expectativas sobre as questões de responsabilidade social corporativa, ambiental e trabalhista mais próximas ao comportamento de membros de uma ONG do que de qualquer outro grupo. Isso se reflete em suas demandas e ações enquanto funcionários, políticos, empresários e consumidores.
  • O outro lado da moeda: geralmente são vistos como descompromissados, superficiais, egoístas, consumistas, sem ideologias ou causas genuínas, avessos ao trabalho tipo hardwork e, de certa forma, irresponsáveis, preguiçosos e mimados, uma vez que se entendem como experts em diversos assuntos que pouco dominam, que se sentem no direito de criticar e opinar sobre tudo e sobre todos  – especialmente sobre questões que apresentam pouca experiência prática -  e, acima de tudo, acabam se conscientizando de seu poder de influência, porque geram mídia.

As escolhas de carreira e comportamento dessa geração são influenciadas pela busca por oportunidades em desempenhar um papel significativo em um trabalho significativo, sob sua ótica individual. De certa maneira, querem ser “voluntários pagos”, se juntando às organizações não porque eles precisam, mas porque querem.

Em função disso, são curiosos sobre propósito, cultura, missão, objetivos, produtos, compensação e tudo o mais sobre as organizações.

Falando em compensação, costumam ter objetivos financeiros ambiciosos e esperam ganhar altos salários quando estiverem por volta dos 30 anos. Um estudo da Consultoria Australiana HR Coach Research que remuneração e estilo de vida (ligados à flexibilidade do trabalho) estão entre os maiores motivadores da Geração Y.

Fonte: HR Coach Research

A boa notícia é  esses jovens estão dispostos a cumprir as normas de trabalho – metas, prazos e objetivos – em troca das recompensas financeiras e não financeiras que procuram.

Além disso, gostam e esperam que lhes sejam atribuídas tarefas desafiantes, com flexibilidade e liberdade (horário e locais) para que, em seguida, possam se juntar ao melhor time para atacarem a questão juntos.

Ou seja, são talentosos jovens adultos ansiosos por fazer a diferença – para si, em primeiro lugar, e para os outros, em decorrência, à procura de modelos adultos capazes de ajudá-los em seu caminho.

Mas como obter o melhor desses potenciais talentos:

1. Permita que eles satisfaçam seu desejo de fazer a diferença:
1. Proporcione um trabalho desafiador e que seja realmente importante.
2. Ofereça responsabilidades crescentes como recompensa pelas suas realizações.
3. Equilibre o papel de “chefe” com o de “membro da equipe”.
4. Esteja aberto a novas idéias advindas desta geração.
5. Prepara-se para alguns “casos difíceis”. Muitas vezes, aqueles que podem ser mais valiosos para você a longo prazo podem ser os mais desafiadores e inquietos agora.
2. Satisfaça suas necessidades de adquirir conhecimento:
1. Proporcione formação contínua e diversas oportunidades de aprendizagem
2. Lembre-se que essa geração assimila conhecimento de uma maneira diferente das gerações anteriores, de forma mais visual, interativa, colaborativa, mimética e replicada.
3. Estabeleça relações de mentoring.
4. Trate-os como colegas, não como estagiários ou “adolescentes”; dessa forma eles serão mais receptivos à educação.
5. Forneça consistentemente feedback, mas aceite contestações.
6. Revise alguns de seus processos de negócio, notadamente em matéria de comunicação, treinamento e desenvolvimento de carreira. Será que a forma como a empresa opera encaixa com o mundo de hoje?
7. Seja respeitoso e evoque respeito em troca.
3. Permita o equilíbrio e a flexibilidade entre vida pessoal e carreira:
1. Atribua tarefas de maneira balanceada, com liberdade e flexibilidade, de maneira a permitir que eles produzam resultados de sua própria maneira, mas exija que estes resultados estejam no padrão e escopos desejados.
2. Crie um ambiente confortável e de baixa tensão (mas com alta pressão construtiva).
3. Recompense quando eles fizerem um bom trabalho.

Entender a influência da Geração Y no mundo dos negócios e na sociedade é um dos desafios mais importantes para as empresas e gestores hoje e, principalmente, nos próximos anos.

Atualmente, este já representa um dos segmentos consumidores mais dinâmicos em todo mundo e, muito em breve, seus expoentes se tornarão líderes de diversas organizações (Governos, Empresas, Sindicatos, 3º Setor, etc). Enquanto funcionários, a cada ano, sua participação relativa no contingente das organizações será sempre maior, pelo menos até 2018.

Portanto, conhecer o mind-set, valores, desejos e necessidades desse grupo significa alinhar sua organização às demandas do futuro, ainda mais quando se trata da disputa por Talentos Y.

As empresas e seus líderes devem transformar o trabalho em algo com significado, disponibilizar feedback constantes e tornarem o dia a dia mais flexível.

Será que a sua organização será capaz de proporcionar o sonho de emprego à Geração Y que a está procurando?

Planejando o Auto-Treinamento. Sua Carreira e seu Futuro Agradecem novembro 13, 2009

Posted by equipedom in Capital Intelectual, Competitividade.
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Quando falamos de treinamento somos remetidos à idéia do treinamento corporativo que as empresas costumam oferecer aos seus funcionários. Mas e além disso… aonde podemos chegar?

Muitas empresas, atentas às necessidades de formação, capacitação e evolução qualitativa de seus colaboradores, criaram rotinas de financiamento, subsídio e até premiação com cursos, seminários, palestras, pós-graduções e MBAs externos, quando não organizam tudo isso dentro de casa mesmo, inclusive com as chamadas universidades corporativas. Mas e você? Se a empresa na qual você trabalha não tem o treinamento como foco no momento ou então não vê valor nesta atividade, a pergunta é: O que você está fazendo para se diferenciar no mercado?

Podemos dizer que o profissional de hoje é muito mais receptivo do que ativo, ou seja, ele espera muito mais da empresa do que a empresa pode realmente oferecer a ele. É preciso enxergar que os tempos mudaram e que para o profissional se diferenciar dentro da própria empresa em que trabalha – e no mercado, em geral – ele precisa correr atrás da sua carreira mais rapidamente do que seus competidores correm atrás de suas carreiras – e da carreira dele!

É realmente muito bom quando uma empresa oferece treinamento aos seus funcionários porque os estimula a adquirir novas habilidades e os permite conhecer melhor sobre o mercado em que atuam, sobre técnicas e metodologias, sobre tendências, etc. Mas se a empresa não oferece raros treinamentos internos ou nem mesmo incentiva os colaboradores a participarem de eventos externos relacionados à área, você não deve deixar isto afetar a sua carreira profissional.

O profissional completo é aquele que consegue oferecer à empresa conhecimentos adquiridos ao longo da carreira e que consegue extrair da empresa novas experiências que o farão crescer profissionalmente. É preciso eliminar o pensamento de que tudo vai cair em nossas mãos e passarmos a resolver nossos problemas, pois somos, de fato e de direito, responsáveis pela nossa carreira.

Por este e outros motivos, precisamos nos questionar o que estamos realmente fazendo para alavancar nosso futuro. E é aí que entra a questão do auto-treinamento pessoal. O que é o treinamento pessoal? Nada mais é que um treinamento planejado e custeado por cada profissional, que independe exclusivamente da visão-condução de terceiros. É o profissional com sua carreira e seus objetivos de vida.

É mais difícil planejar um treinamento pessoal? Com certeza, principalmente porque há custos envolvidos e a chance de erros ou adoção de caminhos, modelos e metodologias erradas é grande. Afinal, o único responsável é você mesmo! Mas é um risco que precisa ser assumido para não se correr um outro risco – mais letal ainda – de se estar ultrapassado no mercado de trabalho e perder boas oportunidades.

[Direto para o CEO] Tratado sobre a Reputação Corporativa: Da Governança ao Marketing agosto 18, 2009

Posted by equipedom in Ativos Intangíveis, Marketing.
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A reputação está no centro de todas as interações humanas. É o fator principal no processo das escolhas que fazemos conscientemente. É por causa dela que maridos escolhem esposas, empregadores selecionam funcionários, fiéis aderem a religiões, eleitores votam em políticos, clientes privilegiam marcas e investidores valorizam companhias.

Reputação é praticamente tudo que uma empresa pode desejar, quando se trata de ativos racionais de valor de longo prazo. Dizemos racionais, porque, considerando os exemplos acima, as escolhas irracionais, emotivas ou por impulso (ex. produtos/marcas desejadas a preços extremamente mais baixos, plataformas políticas populistas de curto prazo ou religiões que oferecem o céu sem esforço) não podem ser consideradas escolhas equilibradas, por desconsiderarem atitudes fundamentais do processo de “consumo”, tais como investigação, comparação e experimentação.

Keynes definiu os “espíritos animais” como a porção humana capaz de tomar decisões ilógicas, irracionais, por impulso, por modismo (a chamada “tragédia dos comuns”). E todos nós temos esses tais espíritos animais. Não é por outra razão, que de tempos em tempos, a o mercado de capitais se vê refém de bolhas ilógicas (exuberâncias irracionais) que o levam a níveis incríveis seguidos de tombos retumbantes. A atual crise econômica, assim como a bolha da internet e a crise de 29 são exemplos disso. Havia sim, na base desses fenômenos, justificativas racionais e aparentemente lógicas que levassem indivíduos a aderirem à oportunidade que se batia a porta, comprando ações, fazendo investimentos, tomando empréstimos.

(mais…)

Web, Mobilidade e os Analytics na transformação do Marketing abril 8, 2009

Posted by thedomnetwork in Marketing.
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Na disputa cada vez mais aguda pela atenção do consumidor, todos os olhos se voltam para o ambiente virtual e suas múltiplas possibilidades de comunicação, interação e relacionamento com clientes.

Hoje, não se pensa mais em mix de marketing que não tenha www. Dessa forma, entendemos que as 3 principais tendências atuais do marketing se retroalimentam a partir dos novos formatos e interfaces da mobilidade, associados a capacidade de identificar e trackear o comportamento do consumidor (Customer Behaviour via Web Metrics) e impactá-lo com maior precisão através do Marketing Digital. (mais…)

Marcas ≠ de Valor Intangível abril 8, 2009

Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis, Branding, Marketing.
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Ou do contrário, o Capital Intangível das empresas, grosseiramente dado pela diferença entre seu valor de mercado e patrimônio líquido, seria igual ao valor da marca bradado por institutos de brand valuation (cada qual chegando, por metodologias diferentes, a valores diferentes para as marcas das mesmas empresas). Contas e números, no final do dia, são coisas mais sérias e menos sujeitas a análises puramente palpiteiras do que discursos apaixonados sobre o âmago instrínseco da personalidade marcante da marca corporativa… ou qualquer absurdo lingüístico e retórico que seja escolhido para defender pontos de vista ingênuos, mal-formados ou mesmo mal-intencionados.

Mais ainda, seguindo pelo caminho das obviedades, diversas empresas em diversos segmentos de mercado (ex. atacado e infra-estrutura) mal precisam de sua marca para se tornarem relevantes e sim… terem reputação transacional. (mais…)

Valor Estratégico e Performance Tática: Reconcebendo o Modelo de Gestão de Recursos Humanos março 26, 2009

Posted by thedomnetwork in Capital Intelectual.
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A crise mundial ocasionada pela ruptura do mercado financeiro foi apenas o estopim que faltava para colocar em combustão as insatisfações, aspirações e vocações de todos os colaboradores envolvidos nas atividades da empresa – sentimentos estes que apenas se delineavam nos comportamentos corporativos, mas que agora passam a fazer parte do dia-a-dia.

A crise destruiu as bases da confiança em um modelo econômico que prometia felicidade em troca de trabalho e colocou em jogo o sistema de crenças e a cultura corporativa de empresas de todos os tamanhos e setores.

O que conhecemos no jargão como a “Visão, Missão e Valores” deixará de fazer o mesmo sentido de sempre para o colaborador, o que impacta diretamente sua produtividade, motivação, satisfação pelo trabalho… ou seja, níveis de turn over e todos os demais indicadores que gestores, mercados e acionistas acompanham atentamente para mensurar a performance do Modelo de Gestão de Recursos Humanos da organização. (mais…)