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Convergindo de X e para Y Julho 16, 2008

Posted by thedomnetwork in Convergência.
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Integrar, convergir, consolidar. Verbos estranhos ao vocabulário popular, mas que expressam nosso desejo cotidiano de ter todas as ferramentas que precisamos, para viver e sobreviver no mundo moderno, em um único objeto. Simples ou complexos, o fato é que criamos tanta afeição e apego a estes aparelhos multi-funcionais que preferimos utilizá-los em qualquer circunstância, mesmo que tenhamos que fazer algumas concessões em nossos rígidos critérios de decisão.

O aparelho celular é, por prerrogativa e tendência, o melhor símbolo do “objeto pessoal definitivo” e o elemento central do movimento de convergência de mídias, fluxos de informação, funcionalidades e ferramentas tecnológicas em um único device. Na nova era das telecomunicações, inaugurada e potencializada por tecnologias como 3G e Wi-Max, os celulares deixam de ser apenas telefones e se tornam híbridos interconectados online de telefones inteligentes (Smartphones), assistentes pessoais digitais (PDAs) e centrais multimídias de entretenimento (Media Center).

Porém, a convergência representa mais do que um objeto com muitas funcionalidades. É a generalização de tudo o que pode ser transacionado de forma digital em: dados - não importando o formato (texto puro, código, imagem, vídeo, áudio, ou todos estes combinados), objetivo (informativo, comercial, publicitário, relacionamento, de conteúdo, etc) ou fonte (privada/corporativa/pública, pequeno/grande porte). Em suma, o device que estiver apto a gerar, disseminar e transacionar (principalmente de forma colaborativa) os dados em suas múltiplas facetas será a plataforma vencedora na preferência do usuário em cada contexto de uso, quando comparada às possibilidades mais, digamos assim, offline.

Pode ser um celular, para a visualização do mapa que indica a melhor rota para se chegar a algum lugar; a televisão digital, para acessar o conteúdo extra ou informações detalhadas de um filme, novela ou seriado ou até uma geladeira 2.0 para consultar a melhor forma de armazenar um determinado alimento ou preparar uma receita para o almoço.

Assim, não é exagero imaginar que futuramente, ao lado de toda e cada tomada de eletricidade, existirá uma tomada de conexão à Internet (isso se a Internet já não vier através da rede elétrica ou disseminada por wireless em qualquer local), para que cada aparelho eletrônico “funcione”, uma vez que o conceito de funcionar será associado a “estar conectado”.

Diversas novas aplicações e serviços podem ser identificados como frutos dessa nova realidade de combinação 1) Dados (formato x objetivo x fonte), 2) Plataforma/Device e 3) Contexto de Uso.

Quando pensamos no celular como plataforma, os exemplos se multiplicam. Destacamos alguns que alçaram a convergência a um novo patamar como a possibilidade de assistir televisão digital pelo celular, a realização de chamadas de vídeo-conferência (voz e imagem e alta qualidade) e a possibilidade de acesso a redes sociais como o MySpace e até mesmo ao programa de mensagens instantâneas MSN Messenger pelo celular.

A Televisão Digital, que mesmo após seu alardeado lançamento no Brasil ainda não apresentou as funções de interatividade, relacionamento e shopping muito especuladas, além de uma qualidade de imagem superior, deverá ser o principal device de inclusão digital no longo prazo.

Porém, enquanto os órgãos de regulamentação se atêm às disposições legais e aos interesses das empresas de mídia no grau de concessão e liberdade para a TV Digital, já é possível vivenciar uma experiência de interatividade potencializada pela televisão, a partir de uma plataforma de games como o Playstation 3. O PS3 agrega funcionalidades como acesso à Internet, Redes Sociais Virtuais 3D (veja vídeo abaixo), Comunidades de Games e o Download/Streaming de Canais, Filmes e Vídeos, tanto de forma gratuita, como paga, algo ainda muito distante da televisão digital como a conhecemos (em conceito, claro)

Por fim, o computador em si, seja desktop ou notebook - que possibilitou o desenvolvimento e miniaturização das tecnologias que foram a porta de entrada para a Internet e redes de dados a todos os demais devices - agrega todos os serviços passíveis de serem “bitizáveis”, como a realização de chamadas telefônicas e streaming de vídeo (canais, filmes, seriados, etc) e áudio (rádios, podcasts, etc).

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Mobilidade Corporativa: Uma Tímida Realidade, Um Futuro Promissor Julho 15, 2008

Posted by thedomnetwork in Convergência.
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A mobilidade está cada vez mais presente em nossas vidas, seja pessoal ou profissional. Fenômenos como telefonia celular, Internet e tecnologias de conectividade transformaram drasticamente a maneira de se relacionar, trabalhar, comunicar e se divertir.

Com aproximadamente 130 milhões de celulares habilitados no Brasil e uma densidade de 68,2% (68,2 cel/100 habitantes), não restam dúvidas que a mobilidade é uma realidade irreversível.

No mundo corporativo a necessidade de ferramentas de mobilidade é cada vez mais uma constante. De acordo com pesquisas realizadas, os colaboradores trabalham, em média, 25% de seu tempo longe de suas mesas ou do escritório (externos, em clientes, home-office - este pouco incentivado no país, etc). Receber e enviar e-mails, acessar dados e informações da Intranet da empresa ou ainda prover os colaboradores que trabalham em campo com ferramentas e dispositivos que permitam a comunicação em tempo real são algumas das funcionalidades que geram ganhos de eficiência nos processos de comunicação e vendas.

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A TV Digital Não Está Pegando!? O Modelo da TV Aberta Está Ameaçado… mas Sobrevive Julho 15, 2008

Posted by thedomnetwork in Convergência.
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O principal modelo de negócio da indústria da televisão é baseado na venda do tempo de comercial dos programas para agências de publicidade que são contratadas para fazer a propaganda de empresas anunciantes. As vendas de produções para outras emissoras e a comercialização de produtos licenciados são outras fontes de receita para as TVs, porém essas alternativas ainda possuem uma participação muito pequena no total arrecadado pelas redes.

Há uma forte disputa por audiência, que muitas vezes é traduzida na forma de programas populares que buscam atrair mais e mais telespectadores a qualquer custo. Esse sistema vigora há muito tempo e pode-se dizer que a TV aberta cresceu e consolidou-se baseada na mídia de massa.

A precificação dos produtos dessa indústria - nesse caso, o tempo de comercial - é baseada em indicadores como o CPM (custo por milhares de domicílios alcançados). Segundo esse critério, quanto menor for o CPM de um determinado programa, mais vantajoso para o anunciante será aparecer nessa atração, pois a mensagem publicitária atingirá um grande número de pessoas a um custo relativamente mais baixo.

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A TV Digital e a Proclamada Convergência Julho 15, 2008

Posted by thedomnetwork in Convergência.
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Há meses o Brasil vive o advento da TV Digital, supostamente desenvolvida para suplantar o atual modelo de TV Aberta, trazendo interatividade e mais poder ao usuário. Não está ocorrendo, seja pela baixa adesão, seja porque os custos são impeditivos, seja porque o usuário está satisfeito com o que tem.

A criação de um novo modelo de mídia, entretanto não é tão simples. No início, as dificuldades serão enormes, principalmente pela falta de experiência e de conhecimento sobre o mercado. Questões como o tamanho e potencial de compra do novo mercado serão fundamentais para a definição desse modelo. Os reais efeitos dos anúncios interativos e seus reflexos na performance das vendas também são fatores que despertarão dúvidas.

O maior desafio para as emissoras será exatamente entender como o meio digital será capaz de gerar receitas, e fazer isso sem deixar de lado a realidade dos números e do dia a dia dos telespectadores. Além disso, terá que se proteger e competir com players de outros setores que têm entrado, ainda que de fininho, no fechado, regulado e regulamentado mercado brasileiro de mídia televisiva.

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Finalmente Vamos Valorar Alguns Intangíveis… mas e os Outros? Julho 8, 2008

Posted by thedomnetwork in Ativos Intangíveis.
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Sem dúvida alguma a adoção compulsória do IFRS, a partir de 2010, pelas companhias com faturamento acima de R$ 300 milhões e/ou patrimônio de R$ 240 milhões, trará grandes benefícios para as empresas de capital aberto, que passarão a dispor de uma régua de paridade homogênea com a performance de empresas similares nos principais mercados globais. Com a adoção do IFRS, as empresas ganharão em transparência, melhorarão sua governança, gerarão maior atratividade e potencializarão o investment grade brasileiro.

Apesar de todos os benefícios citados, ainda restará um grande desafio a ser enfrentado pelas empresas brasileiras no movimento de migração de seus demonstrativos financeiros para os padrões internacionais do IFRS: a identificação, categorização e mensuração de seus ativos intangíveis - isso porque o IFRS define o que se deve medir, mas não como medir ou gerar os números de forma consistente e confiável.

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O Brasil tem poucos heróis. Os poucos que tem, desconhece. Julho 3, 2008

Posted by thedomnetwork in Editorial.
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“Ser brasileiro me fecha poucas portas e me abre muitas portas. Ser brasileiro me ajuda nessa correria, pois nosso país é bem respeitado, bem quisto na cena internacional, no palco internacional. Ser brasileiro é representar uma sociedade tolerante. Temos vínculos e laços com várias regiões do mundo…. nossa identidade…. e neutralidade me ajudam. Me sinto brasileiro, sou brasileiro, não quero ser outra coisa”.
(Sérgio Vieira de Mello)


O dia dezenove de agosto de 2003 foi importante para o Brasil; talvez um dos mais importantes dos últimos anos.

Mais que isso, esse dia trágico pode ter servido para alguns de nós começarmos a nos questionar, como cidadãos, o porquê de não conhecermos nossos poucos heróis.

Sérgio Vieira de Mello, o embaixador mundial da paz, era uma pessoa ímpar, uma das poucas figuras que remetiam ao Brasil credibilidade e responsabilidade no cenário político internacional.

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CRM 2.0: Bring The Love Back Julho 1, 2008

Posted by thedomnetwork in CRM, WEB 2.0.
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O CRM 2.0 é uma forma “transparentemente” revolucionária de as empresas se relacionarem com seus clientes. Para tanto ele se utiliza das plataformas virtuais, ferramentas de interação, canais 2.0 e tecnologias de mobilidade como forma de manter um diálogo contínuo e principalmente criar dinâmicas de colaboração entre toda rede de valor da empresa. O objetivo final do CRM 2.0 é a inovação, diferenciação e agregação de valor aos produtos e serviços da empresa, bem como a seus processos e canais e cultura de comunicação e relacionamento da organização com seus consumidores.

Mas qual é o motivo de se pensar em CRM 2.0 se a primeira onda do CRM, 1.0 ou CRM tradicional, ainda não é uma prática disseminada nos mercados?

O CRM tradicional - interfaces de processos, serviços e tecnologia de relacionamento empresa-cliente unidimensionais - não é mais estrategicamente viável como modelo central de relacionamento entre empresas e clientes, essencialmente pela mudança de atitude e potencialização de acesso à informação (e concorrentes) que os clientes e consumidores passaram a ter, com alto grau de comparabilidade, em um só click. Ou seja, exigem novas formas, mais rápidas e eficientes, de transacionar informação, conhecimento, capital e bens.

O vídeo abaixo “Bring the Love Back” criado pela agência belga Openhere para a Microsoft Digital Advertising Solutions - e que ganhou o Leão de Bronze em Cannes na categoria Viral Advertising - ilustra muito bem a inadequação da dinâmica de relacionamento que as empresas adotam atualmente. Para trazê-lo ao campo do CRM, quando ler a palavra “Advertiser”, pense em “CRM” e, quando ler a palavra “Consumer”, pense em “Customer”.

“We don´t even hang out to the same places anymore”. Este fator de mudança externo, inexistente na primeira onda do CRM, surge tanto como uma oportunidade – um motivador de adoção do CRM – como uma ameaça à reputação das marcas e à fidelidade de seus clientes. O novo conceito representado CRM 2.0 é o do relacionamento como um ecossistema de interações, onde o cliente não é mais o objeto, mas sim, o sujeito da discussão.

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Um Governo Deve Entregar Resultados Junho 5, 2008

Posted by thedomnetwork in Editorial.
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Sempre que olhamos para a “coisa” pública, a sensação inerente é que ela é grande demais, insossa, disforme, ingovernável e extremamente ineficiente.

Muito fruto do passado histórico (”somos gatos escaldados”), muito reflexo do momento presente, não raro, o fato é que temos razão ao sentirmos que o Estado é ineficiente, porque realmente é, no atual modelo em que se apresenta.

Diversos modelos político-econômicos de gestão pública têm duelado pela preferência dos cidadãos nas últimas décadas. Do comunismo impossível ao liberalismo frio, passando pela social-democracia e proposições do tipo 3ª Via, várias foram as tentativas de se definir o real papel do Estado, enquanto agente econômico, e, portanto, suas atribuições, competências, alcance e objetivos.

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Digitalizar a Empresa: a Lógica da Substituição Lucrativa Junho 1, 2008

Posted by DOM in E-Commerce.
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A digitalização, que definimos como a aplicação das tecnologias digitais (TI, Internet, por exemplo) nos negócios, é um caminho inexorável para as empresas. Porque? Por que em economia (micro, principalmente), tudo o que, mantendo ou aumentando a competitividade, reduz custos é automático; ou seja, ocorre por osmose. Essa é a lógica da sobrevivência pela adaptação, que as espécies corporativas vêm aprendendo e utilizando por estarem involuntariamente submetidas ao processo de globalização dos mercados.

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O Homem É Mídia Junho 1, 2008

Posted by DOM in Convergência.
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Vivemos na Economia das Redes, na era do interligado, do interconectado, das trocas incessantes. Trocamos a todo momento informações, recursos, impressões, sensações, experiências, idéias, opiniões… Influenciamos e somos influenciados diuturnamente por nossos semelhantes. O Fator Relacionamento assume cada vez mais peso na Economia e no equilíbrio das forças mercadológicas, uma vez que temos muito mais informação, acesso e, portanto, capacidade de formar opinião e ler realidades.

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O Futuro do Brasil Está em Exportar Valor Junho 1, 2008

Posted by DOM in Competitividade.
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“De que maneira nós podemos concorrer pra grandeza da humanidade? É sendo franceses ou alemães? Não, porque isso já está na civilização. O nosso contingente tem que ser brasileiro. O dia em que nós formos inteiramente brasileiros, só brasileiros, a humanidade estará rica de mais uma raça, rica duma nova combinação de qualidades humanas”

Resposta de Mário de Andrade a Drummond

Estamos na Era do Conhecimento e o Brasil precisa ser competitivo em Conhecimento para ser ator de relevância global daqui para frente. Definir essa rota é o nosso maior desafio, pois o Brasil, como qualquer país, pode ser comparado, guardadas as proporções, a uma “empresa” e, como tal, precisa ter uma orientação estratégica de longo prazo.

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A Gestão Adaptada à Era da Informação Junho 1, 2008

Posted by DOM in Gestão.
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Este é um momento complexo no ambiente de negócios e na sociedade. Fenômenos econômicos e sociais de alcance mundial estão reestruturando a dinâmica dos negócios. A globalização da economia, alavancada pela tecnologia da informação, é uma realidade inescapável. A gestão torna-se cada vez mais adaptativa aos novos cenários que vão sendo traçados.

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